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Bem-vindos. Este é o espaço onde escrevo sobre afetos, livros, psicanálise — e sobre as páginas que também me (in)escrevem.

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Entre o silêncio e o vazio existencial: notas sobre pausa, tédio e presença
Eu estava assistindo a um vídeo da Fernanda Lima, no quadro terapiRa , e o tema era sobre as resoluções de 2026, próximo ao fim do vídeo elas comentam o quanto é difícil estarmos em silêncio, o quanto o “não fazer nada” é realmente terrível internamente. Hoje quando estamos entediados, principalmente em viagens que deveriam ser para descanso, entramos nas nossas mídias sociais e postamos coisas como “sintam a paz”, mas se nem nós mesmos sentimos essa paz, pelo contrário esta
21 de jan.2 min de leitura


Janeiro é tempo de voltar a si.
Nós, brasileiros, costumamos dizer que o ano só começa depois do Carnaval. Nunca compreendi totalmente esse modo de viver — se é que posso chamá-lo assim —, mas, como boa brasileira, também nunca questionei muito. Apenas aceitei que há um tempo suspenso entre o fim de um ano e o começo de outro. Pensando sobre o tema deste texto, me dei conta de que atravessamos o Natal, o Ano Novo, celebramos encerramentos e, então, janeiro chega como um intervalo. Um mês que se parece menos
13 de jan.2 min de leitura


Somos apenas um Parágrafo?
“Sou um parágrafo.” Li isso enquanto montava o meu site. Era apenas um texto genérico do modelo, desses que estão ali para ser substituídos; mas, por algum motivo, essa frase me prendeu. Não porque eu fosse só um parágrafo — longe disso — mas porque havia ali algo da ordem da linguagem, desse lugar onde, como diria Lacan, somos tecidos pelas palavras que nos atravessam. Se eu sou um parágrafo, talvez seja porque carrego muitos outros dentro de mim. Um mar de frases que tentam
25 de nov. de 20252 min de leitura


A Menina e a Estátua Perdida
Um pé adiante, outro ainda hesitante. Quase como abrir uma porta sem saber o que nos espera do outro lado. Criar este espaço — este blog — foi assim: uma mistura de vergonha, desejo, receio e impulso. Não porque eu queira mostrar algo ao mundo, mas porque certas coisas pedem passagem, mesmo quando ainda não sabemos o nome delas. Começamos pelo que sentimos, não pelo que sabemos. Sempre me perguntei se essa era mesmo a melhor forma de conversar com o mundo — e, talvez por teim
25 de nov. de 20252 min de leitura
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