Eu estava assistindo a um vídeo da Fernanda Lima, no quadro terapiRa , e o tema era sobre as resoluções de 2026, próximo ao fim do vídeo elas comentam o quanto é difícil estarmos em silêncio, o quanto o “não fazer nada” é realmente terrível internamente. Hoje quando estamos entediados, principalmente em viagens que deveriam ser para descanso, entramos nas nossas mídias sociais e postamos coisas como “sintam a paz”, mas se nem nós mesmos sentimos essa paz, pelo contrário esta
Nós, brasileiros, costumamos dizer que o ano só começa depois do Carnaval. Nunca compreendi totalmente esse modo de viver — se é que posso chamá-lo assim —, mas, como boa brasileira, também nunca questionei muito. Apenas aceitei que há um tempo suspenso entre o fim de um ano e o começo de outro. Pensando sobre o tema deste texto, me dei conta de que atravessamos o Natal, o Ano Novo, celebramos encerramentos e, então, janeiro chega como um intervalo. Um mês que se parece menos